Na última sexta-feira (08), o radialista Abrantes Júnior pegou todo mundo de surpresa ao afirmar que pediu demissão da Rádio Difusora de Cajazeiras.
Ele declarou em seu blog que apesar de ter conversado com a diretoria da referida emissora de rádio, no final do ano passado, já vinha pensando em tomar esta decisão há dois meses, de deixar o programa “Boca Quente” por sua própria vontade, já que ele desejava não mais comandar este programa na área policial.
Esforço
“Durante quase dois anos estive a frente daquele programa, doando-me completamente, ás vezes passando noites sem dormir, e renunciando a minha própria família, só para cumprir fielmente a minha função de repórter policial”, argumentou o radialista, ressaltando ainda que com esse sacrifício de esforço e dedicação, queria se preparar para exercer com muita competência, habilidade, responsabilidade e honestidade, a sua função de repórter.
Motivos
Abrantes Júnior indagou que teve várias razões para sair da Difusora, mas que por diversas razões e questões de ética, não expôs todas, porém o jornalista achou essencial citar algumas. Um dos motivos segundo ele, foi de não concordar com a linha editorial do programa, pois sentia que não tinha condições de comandar este trabalho jornalístico devido a ser obrigado a fazer juízos de valores.
“Meu Deus, como é terrível ter que expor uma pessoa sem que ela pudesse perante `a justiça se defender, e a primeira defesa que ela teria que fazer era diante do “julgamento falho” do jornalismo policial, e isso me angustiava então resolvi dar um basta nisso, ressaltou.
Reflexão
Abrantes afirmou também que não queria ser taxado de “Correio da má notícia”, por só noticiar fatos lamentáveis, tragédias, e mazelas de Cajazeiras e região. “Perguntei a mim mesmo, se isso não refletiria na minha vida, e não haverei de absolver algo de negativo, pelo fato de só noticiar maldições na vida das pessoas, então resolvi dar uma basta e buscar a minha paz”, frisou.
Agradecimentos
Finalmente, Abrantes Júnior agradeceu à Deus e à todos os seus ouvintes pelo apoio e carinho, confirmando ainda que todos aguardem, pois ele estará de volta em alguma emissora de rádio, e fez um pedido de que todos continuem acompanhando o seu blog.
“Minha voz se calou por alguns dias, mas as minhas mãos haverão de expressar meus pensamentos através desse blog que posso e tenho a liberdade de dizer o que penso sem nenhuma privação”, finalizou.
RAQUEL ALEXANDRE
Da redação do Diário do Sertão
Com Blog do Fuxico
sábado, 9 de janeiro de 2010
Patos registra terceiro assassinato somente esse ano
A onda de assassinatos na cidade de Patos não pára. Na madrugada deste sábado, 9, a polícia registrou o terceiro homicídio e desta vez a vítima foi Gerson Clécio de Sousa Oliveira, 30 anos, residia na Rua Antônio Félix, no bairro da Vitória, morto com uma facada no pescoço.
O homicídio aconteceu no bar do Teoteo, próximo a UFCG, na saída para Teixeira. A polícia já tem a identidade do principal suspeito pelo crime, trata-se de Alexandro da Silva Alves, 26 anos, o "Alex do Loló", morador do bairro do Jatobá, em Patos.
A polícia tomou conhecimento de que Gerson assistia um show de striptease com amigos e ao lado, em outra mesa, estava Alex e amigo. De repente, Alex se levantou e tentou apalpar os seis de uma jovem que dançava no palco o que provocou a revolta de Gerson, repreendendo o rapaz pelo gesto.
A reação de Gerson gerou indignação de “Alex do Loló”, como é conhecido o acusado. Ele se levantou da mesa, se dirigiu aonde estava Gerson e aplicou um golpe de faca no pescoço da vítima que teve morte imediata. O autor do crime fugiu tomando destino ignorado.
A delegada Ana Valdenice esteve no local acompanhada da perícia, determinou diligências para localizar o criminiso, mas a polícia não logrou êxito.
Cardoso Filho
WSCOM Online
O homicídio aconteceu no bar do Teoteo, próximo a UFCG, na saída para Teixeira. A polícia já tem a identidade do principal suspeito pelo crime, trata-se de Alexandro da Silva Alves, 26 anos, o "Alex do Loló", morador do bairro do Jatobá, em Patos.
A polícia tomou conhecimento de que Gerson assistia um show de striptease com amigos e ao lado, em outra mesa, estava Alex e amigo. De repente, Alex se levantou e tentou apalpar os seis de uma jovem que dançava no palco o que provocou a revolta de Gerson, repreendendo o rapaz pelo gesto.
A reação de Gerson gerou indignação de “Alex do Loló”, como é conhecido o acusado. Ele se levantou da mesa, se dirigiu aonde estava Gerson e aplicou um golpe de faca no pescoço da vítima que teve morte imediata. O autor do crime fugiu tomando destino ignorado.
A delegada Ana Valdenice esteve no local acompanhada da perícia, determinou diligências para localizar o criminiso, mas a polícia não logrou êxito.
Cardoso Filho
WSCOM Online
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Maranhão veta emenda da LOA que previa aumento de 5% a servidores
O governador José Maranhão (PMDB) publicou na edição desta sexta-feira (8) do Diário Oficial do Estado o veto parcial do projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2010, que fixa a despesa do Estado para este ano. E entre as emendas vetadas, a mais polêmica é a de número 341, que tinha como objetivo aumentar em 5% o orçamento destinado a “pessoal e encargos sociais”.
Na prática, a lei previa o aumento desta porcentagem nos salários dos servidores públicos estaduais, mas com a decisão o governador veta a proposta.
No texto original da LOA, aprovado pela Assembleia Legislativa da Paraíba, o remanejamento do dinheiro para este fim sairia das “dotações de 'outras despesas correntes' de todas as unidades orçamentárias”, mas José Maranhão pondera que esta é uma medida de iniciativa do governador.
Ele cita o artigo 63 da Constituição Estadual para dizer que “são de iniciativa do governador criação de cargos, funções ou empregos públicos na administração direta e autárquica ou aumento de sua remuneração”.
Maranhão explica então que “conceder aumento aos servidores é privativo do chefe do Poder Executivo”, de forma que a emenda aprovada na LOA provocava “vício insanável que viola preceito constitucional” e que por isto não deveria prosperar
Phelipe Caldas pb 1
Na prática, a lei previa o aumento desta porcentagem nos salários dos servidores públicos estaduais, mas com a decisão o governador veta a proposta.
No texto original da LOA, aprovado pela Assembleia Legislativa da Paraíba, o remanejamento do dinheiro para este fim sairia das “dotações de 'outras despesas correntes' de todas as unidades orçamentárias”, mas José Maranhão pondera que esta é uma medida de iniciativa do governador.
Ele cita o artigo 63 da Constituição Estadual para dizer que “são de iniciativa do governador criação de cargos, funções ou empregos públicos na administração direta e autárquica ou aumento de sua remuneração”.
Maranhão explica então que “conceder aumento aos servidores é privativo do chefe do Poder Executivo”, de forma que a emenda aprovada na LOA provocava “vício insanável que viola preceito constitucional” e que por isto não deveria prosperar
Phelipe Caldas pb 1
Procuradoria não vê impedimento para que Prudente reassuma a presidência da Câmara do DF
Em Brasília A Procuradoria da Câmara Legislativa do Distrito Dederal emitiu parecer hoje (8) onde conclui não existir impedimento para o retorno do deputado Leonardo Prudente (sem partido) à presidência da Casa.
No parecer, os procuradores alegam que o parlamentar pode voltar ao cargo a qualquer tempo - a única exigência é informar a Casa a data do retorno, segundo informações da Mesa Diretora. Prudente é um dos acusados de envolvimento no esquema de corrupção no governo do Distrito Federal. Em vídeo, revelado pela Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, Prudente é flagrado colocando dinheiro de suposta propina nas meias.
Em meio às denúncias, Prudente pediu afastamento, no dia 1º de dezembro do ano passado, da presidência por 60 dias. Mas na metade da licença, no dia 30 do mesmo mês, foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal a volta do parlamentar ao comando da Casa.
No início da semana, a bancada do PT na Câmara protocolou memorando pedindo explicações sobre a volta de Prudente. A consulta à procuradoria foi encaminhada pelo secretário-geral da Casa, Gustavo Marques.
Na próxima segunda-feira (11), os deputados distritais dão início aos trabalhos do ano, resultado de autoconvocação, quando os petistas que fazem oposição na Casa tentarão, mais uma vez, barrar o retorno de Prudente à presidência. O PT vai apresentar um requerimento para que o deputado fique fora do comando até o fim das investigações.
A intenção é levar a proposta para votação em plenário, com voto aberto. Mas as chances de aprovação são mínimas, já que a oposição é minoria entre os 24 parlamentares. A maioria (19) é governista. Para a líder do PT, deputado Érika Kokay, a volta de Prudente é uma manobra do governador José Roberto Arruda (sem partido), apontado como o chefe do suposto esquema de propina.
"É inadmissível que tenhamos na presidência da Câmara um deputado que está sob investigação de quebra de decoro parlamentar. Os parlamentares terão que explicitar para a sociedade se estão a favor ou não de um processo transparente de investigação", disse a deputada.
Os petistas anunciaram ainda que vão pedir à Controladoria Geral da União (CGU) que declare inidôneas as empresas envolvidas no esquema que mantêm contratos com o governo distrital em 2010. Isso porque a maior parte do orçamento do Distrito Federal vem dos cofres públicos federais.
Para segunda-feira está prevista a instalação da comissão parlamentar de inquérito (CPI) que vai investigar as denúncias de corrupção e a eleição dos integrantes da comissão que cuidará dos pedidos de impeachment do governador Arruda.
Carolina Pimentel
Da Agência Brasil
No parecer, os procuradores alegam que o parlamentar pode voltar ao cargo a qualquer tempo - a única exigência é informar a Casa a data do retorno, segundo informações da Mesa Diretora. Prudente é um dos acusados de envolvimento no esquema de corrupção no governo do Distrito Federal. Em vídeo, revelado pela Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, Prudente é flagrado colocando dinheiro de suposta propina nas meias.
Em meio às denúncias, Prudente pediu afastamento, no dia 1º de dezembro do ano passado, da presidência por 60 dias. Mas na metade da licença, no dia 30 do mesmo mês, foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal a volta do parlamentar ao comando da Casa.
No início da semana, a bancada do PT na Câmara protocolou memorando pedindo explicações sobre a volta de Prudente. A consulta à procuradoria foi encaminhada pelo secretário-geral da Casa, Gustavo Marques.
Na próxima segunda-feira (11), os deputados distritais dão início aos trabalhos do ano, resultado de autoconvocação, quando os petistas que fazem oposição na Casa tentarão, mais uma vez, barrar o retorno de Prudente à presidência. O PT vai apresentar um requerimento para que o deputado fique fora do comando até o fim das investigações.
A intenção é levar a proposta para votação em plenário, com voto aberto. Mas as chances de aprovação são mínimas, já que a oposição é minoria entre os 24 parlamentares. A maioria (19) é governista. Para a líder do PT, deputado Érika Kokay, a volta de Prudente é uma manobra do governador José Roberto Arruda (sem partido), apontado como o chefe do suposto esquema de propina.
"É inadmissível que tenhamos na presidência da Câmara um deputado que está sob investigação de quebra de decoro parlamentar. Os parlamentares terão que explicitar para a sociedade se estão a favor ou não de um processo transparente de investigação", disse a deputada.
Os petistas anunciaram ainda que vão pedir à Controladoria Geral da União (CGU) que declare inidôneas as empresas envolvidas no esquema que mantêm contratos com o governo distrital em 2010. Isso porque a maior parte do orçamento do Distrito Federal vem dos cofres públicos federais.
Para segunda-feira está prevista a instalação da comissão parlamentar de inquérito (CPI) que vai investigar as denúncias de corrupção e a eleição dos integrantes da comissão que cuidará dos pedidos de impeachment do governador Arruda.
Carolina Pimentel
Da Agência Brasil
Vannuchi defende plano após divergências entre Cassel e Stephanes
O 3º Plano Nacional de Direitos Humanos, criado por meio de decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no fim do ano passado, dividiu os ministros do governo federal. Depois que os ministros Nelson Jobim (Defesa) e Reinhold Stephanes (Agricultura), além do comando das Forças Armadas, criticaram a proposta, a Secretaria Especial dos Direitos Humanos se manifestou nesta sexta-feira pela primeira vez defendendo o plano.
No texto, a secretaria, comandada pelo ministro Paulo Vannucchi, defende a criação do plano e ressalta que Direitos Humanos "deve ser uma política de Estado, que respeite o pacto federativo e as competências dos diferentes Poderes da República".
Segundo a secretaria, o plano incorporou propostas aprovadas em cerca de 50 conferências nacionais realizadas desde 2003 com diversos temas, como igualdade racial, direitos da mulher, segurança alimentar, entro outros.
O plano também prevê a criação da Comissão da Verdade, com objetivo de apurar torturas e desaparecimentos durante a ditadura (1964-1985). A proposta irritou Jobim o comando das Forças Armadas.
Para Jobim e para os representantes das Forças Armadas, a comissão teria o objetivo de revogar a Lei de Anistia de 1979, além de ter um sentido revanchista, ao prever a identificação de locais onde teriam ocorrido abusos --incluindo instalações militares-- e não se concentrar em violações de direitos humanos feitas por grupos armados de oposição ao regime militar.
Para amenizar o impasse criado no governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva adiou para abril deste ano uma definição sobre o plano.
Hoje foi a vez de Stephanes criticar a proposta. Para o ministro, o plano cria "insegurança jurídica" ao modificar regras para a reintegração de posse de terras invadidas no país. Na opinião de Stephanes, o plano mostra um "preconceito" do governo em relação à agricultura comercial do país.
O ministro disse que o Ministério da Agricultura não foi chamado a participar da elaboração do plano do governo. "Eu sinto pelo projeto que a agricultura não esteja participando", afirmou.
Após a divulgação das declarações de Stephanes, o ministro Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário) criticou o colega e defendeu o plano. Cassel disse que as reclamações de Stephanes não fazem sentido. "Até onde eu estou informado, todos os ministérios participaram".
Ontem, a presidente da CNA (Confederação Nacional da Agricultura), senadora Kátia Abreu (DEM-TO), disse que o plano discrimina o setor agrícola ao afirmar que o agronegócio viola os direitos humanos no país. A senadora acusou o governo de elaborar um plano ideológico contra o agronegócio em um texto com "plataforma socialista" do governo federal.
Oposição
A oposição vai tentar suspender o decreto do presidente Lula da que cria o plano. O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (PSDB-AM), elaborou projeto de decreto legislativo que susta os efeitos do plano. O texto precisa ser aprovado pelo Congresso para que o programa do governo tenha suas recomendações suspensas.
O tucano afirma, ao justificar o projeto, que o texto elaborado pelo governo é inconstitucional. "O ato reproduz, textualmente, o programa de campanha do PT à Presidência da República nas eleições de 2002. O instrumento normativo expedido pelo presidente da República fica indiscutivelmente comprometido, tendo em vista a clara intenção político-eleitoral do conteúdo", afirmou Virgílio.
Apesar da mobilização da oposição, o decreto que cria o plano é apenas um protocolo de intenções do governo, sem força de lei. Para tornar legais as principais sugestões do texto, o Executivo terá que encaminhar ao Congresso projetos de lei para legalizar ações do plano.
da Folha Online
No texto, a secretaria, comandada pelo ministro Paulo Vannucchi, defende a criação do plano e ressalta que Direitos Humanos "deve ser uma política de Estado, que respeite o pacto federativo e as competências dos diferentes Poderes da República".
Segundo a secretaria, o plano incorporou propostas aprovadas em cerca de 50 conferências nacionais realizadas desde 2003 com diversos temas, como igualdade racial, direitos da mulher, segurança alimentar, entro outros.
O plano também prevê a criação da Comissão da Verdade, com objetivo de apurar torturas e desaparecimentos durante a ditadura (1964-1985). A proposta irritou Jobim o comando das Forças Armadas.
Para Jobim e para os representantes das Forças Armadas, a comissão teria o objetivo de revogar a Lei de Anistia de 1979, além de ter um sentido revanchista, ao prever a identificação de locais onde teriam ocorrido abusos --incluindo instalações militares-- e não se concentrar em violações de direitos humanos feitas por grupos armados de oposição ao regime militar.
Para amenizar o impasse criado no governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva adiou para abril deste ano uma definição sobre o plano.
Hoje foi a vez de Stephanes criticar a proposta. Para o ministro, o plano cria "insegurança jurídica" ao modificar regras para a reintegração de posse de terras invadidas no país. Na opinião de Stephanes, o plano mostra um "preconceito" do governo em relação à agricultura comercial do país.
O ministro disse que o Ministério da Agricultura não foi chamado a participar da elaboração do plano do governo. "Eu sinto pelo projeto que a agricultura não esteja participando", afirmou.
Após a divulgação das declarações de Stephanes, o ministro Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário) criticou o colega e defendeu o plano. Cassel disse que as reclamações de Stephanes não fazem sentido. "Até onde eu estou informado, todos os ministérios participaram".
Ontem, a presidente da CNA (Confederação Nacional da Agricultura), senadora Kátia Abreu (DEM-TO), disse que o plano discrimina o setor agrícola ao afirmar que o agronegócio viola os direitos humanos no país. A senadora acusou o governo de elaborar um plano ideológico contra o agronegócio em um texto com "plataforma socialista" do governo federal.
Oposição
A oposição vai tentar suspender o decreto do presidente Lula da que cria o plano. O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (PSDB-AM), elaborou projeto de decreto legislativo que susta os efeitos do plano. O texto precisa ser aprovado pelo Congresso para que o programa do governo tenha suas recomendações suspensas.
O tucano afirma, ao justificar o projeto, que o texto elaborado pelo governo é inconstitucional. "O ato reproduz, textualmente, o programa de campanha do PT à Presidência da República nas eleições de 2002. O instrumento normativo expedido pelo presidente da República fica indiscutivelmente comprometido, tendo em vista a clara intenção político-eleitoral do conteúdo", afirmou Virgílio.
Apesar da mobilização da oposição, o decreto que cria o plano é apenas um protocolo de intenções do governo, sem força de lei. Para tornar legais as principais sugestões do texto, o Executivo terá que encaminhar ao Congresso projetos de lei para legalizar ações do plano.
da Folha Online
Diário oficial traz mudanças de cargos estaduais em Cajazeiras
O Diário Oficial desta sexta-feira (8) trouxe a exoneração da primeira-dama de Cajazeiras, Jaqueline Sá Braga de Abreu. Quem a substitui é o ex-deputado estadual Antônio Quirino de Moura, que ocupava um cargo de assessor de assuntos parlamentares na Secretaria de Saúde.
Ele é o novo responsável por administrar a pasta de Indústria e Comércio. Jaqueline, que é esposa do prefeito Léo Abreu (PSB), foi remanejada para a diretoria administrativa do Hospital Regional de Cajazeiras.
Já o Escritório de Representação de Cajazeiras na capital também teve mudanças, o advogado Antonio Quirino de Moura, deixou o cargo e assumiu a Secretaria Executiva da Indústria e Comércio da Secretaria de Estado do Turismo e do Desenvolvimento Econômico. O Escritório de Representação terá agora a coordenação do vice-prefeito Carlos Rafael.
As mudanças nos cargos do estado foram propostas pelo prefeito Léo Abreu e aceitas pelo governador Maranhão. Já as mudanças nos cargos do município, o prefeito reconvocou o vice Carlos Rafael para mais uma vez assumir uma secretaria.
Da Redação do Diário do Sertão
Ele é o novo responsável por administrar a pasta de Indústria e Comércio. Jaqueline, que é esposa do prefeito Léo Abreu (PSB), foi remanejada para a diretoria administrativa do Hospital Regional de Cajazeiras.
Já o Escritório de Representação de Cajazeiras na capital também teve mudanças, o advogado Antonio Quirino de Moura, deixou o cargo e assumiu a Secretaria Executiva da Indústria e Comércio da Secretaria de Estado do Turismo e do Desenvolvimento Econômico. O Escritório de Representação terá agora a coordenação do vice-prefeito Carlos Rafael.
As mudanças nos cargos do estado foram propostas pelo prefeito Léo Abreu e aceitas pelo governador Maranhão. Já as mudanças nos cargos do município, o prefeito reconvocou o vice Carlos Rafael para mais uma vez assumir uma secretaria.
Da Redação do Diário do Sertão
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
APOSENTADOS E PENSIONISTAS DA PREVIDÊNCIA TERÃO SERVIÇOS BANCÁRIOS GRÁTIS
Pelo acordo firmado com os bancos no fim de dezembro, cada aposentado poderá transferir gratuitamente, uma vez por mês, o valor total do benefício para outra conta bancária. O beneficiário poderá ainda autorizar o banco a fazer a transferência automática do valor. A medida passa a valer imediatamente.
Os aposentados e pensionistas poderão ainda imprimir nos terminais de atendimento automático o extrato mensal do benefício - até agora, o INSS enviava para a casa do beneficiário apenas um extrato semestral. Os bancos, porém, têm seis meses para se adaptar à medida. Além disso, os bancos ficarão responsáveis pelo envio da declaração anual de rendimentos aos aposentados e pensionistas. O documento, necessário para a declaração do Imposto de Renda, também era enviado pelo ministério.
"Estamos deixando de ter despesas da ordem de R$ 55 milhões", calcula o ministro José Pimentel (Previdência).
Além disso, o aposentado poderá pedir a migração da conta para conta corrente, o que garantirá a oferta dos serviços mínimos determinados pelo Banco Central, como o fornecimento de 10 folhas de cheques e a realização de até quatro saques por mês. De acordo com o ministério, isso vai ajudar cerca de 15,2 milhões de beneficiários que não têm conta bancária.
Os bancos serão responsáveis ainda pela atualização anual do cadastro dos aposentados --a chamada prova de vida-- o que também representará economia aos cofres da Previdência, que paga atualmente R$ 7,50 pelo censo de cada beneficiário.
Acordo
As medidas fazem parte de acordo firmado com os bancos que manteve, até o fim deste ano, o pagamento dos benefícios nas atuais instituições. Em setembro do ano passado, o INSS leiloou a folha de pagamentos dos benefícios concedidos a partir de janeiro deste ano. O órgão e os bancos, porém, não chegaram ainda a um acordo sobre o que será feito com o estoque de 27 milhões de benefícios já existentes.
Até 2007, o pagava aos bancos responsáveis pelos benefícios. O TCU (Tribunal de Contas da União), porém, determinou que o instituto deveria leiloar a folha de pagamento. Desde então, o governo suspendeu o pagamento pelos benefícios já existentes. Agora, o ministério criou um grupo de trabalho para estudar o que deverá ser feito com as aposentadorias e pensões existentes - e quanto o governo deve receber por cada uma delas.
"Estamos criando um grupo de trabalho com a Previdência e o Tesouro Nacional para precificar isso", completou Pimentel.
Da Folha Online
Os aposentados e pensionistas poderão ainda imprimir nos terminais de atendimento automático o extrato mensal do benefício - até agora, o INSS enviava para a casa do beneficiário apenas um extrato semestral. Os bancos, porém, têm seis meses para se adaptar à medida. Além disso, os bancos ficarão responsáveis pelo envio da declaração anual de rendimentos aos aposentados e pensionistas. O documento, necessário para a declaração do Imposto de Renda, também era enviado pelo ministério.
"Estamos deixando de ter despesas da ordem de R$ 55 milhões", calcula o ministro José Pimentel (Previdência).
Além disso, o aposentado poderá pedir a migração da conta para conta corrente, o que garantirá a oferta dos serviços mínimos determinados pelo Banco Central, como o fornecimento de 10 folhas de cheques e a realização de até quatro saques por mês. De acordo com o ministério, isso vai ajudar cerca de 15,2 milhões de beneficiários que não têm conta bancária.
Os bancos serão responsáveis ainda pela atualização anual do cadastro dos aposentados --a chamada prova de vida-- o que também representará economia aos cofres da Previdência, que paga atualmente R$ 7,50 pelo censo de cada beneficiário.
Acordo
As medidas fazem parte de acordo firmado com os bancos que manteve, até o fim deste ano, o pagamento dos benefícios nas atuais instituições. Em setembro do ano passado, o INSS leiloou a folha de pagamentos dos benefícios concedidos a partir de janeiro deste ano. O órgão e os bancos, porém, não chegaram ainda a um acordo sobre o que será feito com o estoque de 27 milhões de benefícios já existentes.
Até 2007, o pagava aos bancos responsáveis pelos benefícios. O TCU (Tribunal de Contas da União), porém, determinou que o instituto deveria leiloar a folha de pagamento. Desde então, o governo suspendeu o pagamento pelos benefícios já existentes. Agora, o ministério criou um grupo de trabalho para estudar o que deverá ser feito com as aposentadorias e pensões existentes - e quanto o governo deve receber por cada uma delas.
"Estamos criando um grupo de trabalho com a Previdência e o Tesouro Nacional para precificar isso", completou Pimentel.
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