Na tarde desta quinta-feira (21), a Suplan (Superintendência de Obras do Plano do Desenvolvimento) realizou a licitação para as obras de conclusão do Rodoshopping Edvaldo Mota, na cidade de Patos, sertão do Estado. Cinco empresas entraram na disputa pelo direito de realização dos trabalhos.
De acordo com o edital de licitação da obra, será escolhida a empresa que tiver a melhor proposta, ou seja, a que cobre o menor preço pela empreitada. O valor estimado para a execução dos serviços é de R$ 2.886.485,23 (Dois milhões, oitocentos e oitenta e seis mil, quatrocentos e oitenta e cinco reais e vinte e três centavos).
O superintendente da Suplan, Gilson Frade, explicou que no “Rodoshopping” funcionará, ao mesmo tempo, a rodoviária da cidade de Patos e também um centro comercial. O espaço terá 45 lojas, um restaurante, quatro lanchonetes, hall para exposição, sala para jogos, três baterias de sanitários e bloco administrativo.
O ambiente contará, ainda, com estacionamento para 400 veículos, quatro guaritas de controle de acesso, calçada de contorno para prática de esporte e todas as lojas serão climatizadas. Entre o espaço da rodoviária e o centro comercial será construída uma escada e rampa de acesso. “Colocar rodoviária e shopping em um mesmo espaço era um pedido antigo da população de Patos. A localização estratégica e o fluxo intenso de pessoas garantem o sucesso do empreendimento. Essa obra vai trazer muitos benefícios para a cidade”, ressaltou Frade.
Se não houver nenhum recurso durante o processo licitatório, a expectativa da Suplan é que até o final de fevereiro as obras do Rodoshopping de Patos, paralisadas no Governo anterior, sejam retomadas. E segundo o superintendente da Suplan, em breve, novos editais de licitação vão ser divulgados para a construção, reforma e conclusão de mais 30 escolas em todo o Estado.
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Dom Aldo desmente declarações que PB não está preparada para transposição
O arcebispo da Paraíba, dom Aldo Pagotto, desmentiu as declarações veiculadas na imprensa de que ele teria afirmado que a Paraíba não está preparada para receber as águas da Transposição do Rio São Francisco.
Dom Aldo disse que ele não seria irresponsável de falar “uma bobagem dessas. Eu estaria dando um tiro nos meus pés, denegrindo o próprio comitê”. O arcebispo da Paraíba, que também é presidente do Comitê da Transposição do Rio São Francisco, disse que o comitê não tem poder de decisões políticas, mas sim de articular e dar visibilidade às obras, prestar esclarecimentos à população e reunir lideranças em prol da transposição.
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Dom Aldo disse que ele não seria irresponsável de falar “uma bobagem dessas. Eu estaria dando um tiro nos meus pés, denegrindo o próprio comitê”. O arcebispo da Paraíba, que também é presidente do Comitê da Transposição do Rio São Francisco, disse que o comitê não tem poder de decisões políticas, mas sim de articular e dar visibilidade às obras, prestar esclarecimentos à população e reunir lideranças em prol da transposição.
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EM PANFLETO, CNBB CHAMA LULA DE 'NOVO HERODES' POR PLANO DE DIREITOS HUMANOS

Herodes, aquele que, segundo a Bíblia, ordenou a "matança dos inocentes", é como a Igreja Católica agora denomina o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em panfleto distribuído em São Paulo contra pontos dos quais discorda no 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, lançado em dezembro pelo governo.
No livro de São Mateus, Herodes ordena o extermínio de todas as crianças menores de dois anos em Belém, na Judeia, para não perder seu trono àquele anunciado como o recém-nascido rei dos judeus, Jesus Cristo. Para a igreja, o "novo Herodes" autorizará o mesmo extermínio anunciando-se a favor da descriminalização do aborto.
No panfleto, intitulado "Presente de Natal do presidente Lula", a Comissão Regional em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), contesta este e outros pontos do já polêmico plano.
"Herodes mandou matar algumas dezenas de recém-nascidos (Mt 2,16). Com esse decreto, Lula permitirá o massacre de centenas de milhares ou até de milhões de crianças no seio da mãe!", incita o documento.
A comissão que começou a distribuir panfleto divulgou uma nova versão
Leia aqui a íntegra dos dois panfletos da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB.
Segundo Dom José Benedito Simão, presidente da comissão e bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo, a igreja não é contra o plano em sua totalidade, mas considera que quatro deles "agridem" os direitos humanos. Além da questão do aborto, são eles: união civil entre pessoas do mesmo sexo, direito de adoção por casais homoafetivos e a proibição da ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União.
"Não é uma campanha contra o projeto, mas alguns pontos em que acreditamos que ele agride e extrapola os direitos humanos e o direito à vida", critica Dom Simão. "O que nós contestamos é a falta de sensibilidade desse decreto, que funciona como um projeto, e não ajuda em nada ao Estado Democrático de Direito em que queremos viver. Não queremos cair em outra ditadura. Esse decreto é arbitrário e antidemocrático", completa.
Segundo Dom Simão, que também é bispo da Diocese de Assis, no interior de São Paulo, a intenção é ampliar a distribuição e divulgação do panfleto em todas as cidades do Estado e também pela internet. "Ele [o plano] não está a favor do Brasil. Agora vem o presidente dizer que não sabia, que assinou sem ler? Como vai assinar se não leu?"
Sobre a questão da retirada dos crucifixos, o bispo defende que não somente os símbolos da Igreja Católica estejam presentes, como também o de outras religiões. "Nós não queremos que retire, queremos é que se coloquem mais símbolos ainda. A igreja sempre defendeu os direitos humanos e vai apoiar o governo em tudo o que for a favor da vida. Mas esse plano tem que ser revisto sim. O governo só reviu a questão dos militares, mas nesses quesitos não está querendo rever. Que princípios o governo quer defender com esse projeto?"
A CNBB nacional também criticou os mesmos pontos no programa, por meio de nota oficial. Mas sua assessoria de imprensa disse desconhecer a distribuição do panfleto, alegando que o regional tem autonomia para determinadas ações, que não precisam passar pelo seu crivo. A assessoria informou ainda que a CNBB nacional não irá se manifestar sobre o panfleto.
O Regional Sul 1 também informou que a comissão tem autonomia e que o panfleto não precisaria ser aprovado pelo presidente da sede para ser distribuído. O regional coordena oito subregionais: Aparecida, Botucatu, Campinas, Ribeirão Preto 1, Ribeirão Preto 2, São Paulo 1, São Paulo 2 e Sorocaba, cada uma delas englobando pelo menos quatro cidades do Estado.
O UOL Notícias entrou em contato com a Presidência da República. A assessoria de imprensa informou que o governo não irá se pronunciar.
Em busca de direitos
A ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), que congrega 220 organizações congêneres, apoia o programa de direitos humanos. Em nota oficial, o presidente da entidade, Toni Reis, afirma que a associação participou da elaboração e defende que "os direitos sexuais de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais são direitos humanos e, por isso, direitos fundamentais a serem respeitados em uma sociedade democrática".
Atualmente, o aborto é considerado crime no Brasil, exceto em duas situações: gravidez decorrente de estupro e quando há risco de morte à mãe. No Código Penal, o aborto é enquadrado como crime contra a vida, com penas que variam de um a 10 anos de prisão.
O casamento homossexual também não é permitido, mas a união civil entre pessoas do mesmo sexo está em vias de ser julgada pelo Supremo Tribunal Federal. A adoção por casais homoafetivos ocorre, mas é rara. Faz parte de uma jurisprudência ainda minoritária, formada por decisões favoráveis em primeira instância com base no direito constitucional à família.
O polêmico plano
Aprovado em dezembro, o PNDH-3 traça recomendações ao Legislativo para a futura elaboração de leis orientadas a casos que envolvam os direitos humanos no país. Um dos pontos mais controversos prevê a criação de uma Comissão da Verdade, para investigar casos de violação de direitos humanos durante a ditadura militar.
A medida gerou desentendimentos entre militares e a pasta de direitos humanos, e culminou em uma alteração no plano, assinada por Lula no último dia 14, suprimindo a expressão "repressão política", para englobar qualquer conflito no período.
A mudança não encerrou a discussão, já que outras polêmicas foram mantidas, como a tentativa de controle da imprensa e a não repreensão às invasões de terra, alvos de críticas de entidades como a Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e a Confederação Nacional da Agricultura (CNA).
Em nota, a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, que elaborou o programa, diz que ele incorpora propostas aprovadas em cerca de 50 conferências nacionais, realizadas desde 2003, e que sua versão preliminar esteve disponível durante 2009 para sugestões e críticas.
Do Uol Notícias
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
“Carnaval atenderá as expectativas”

O Secretário de Juventude, Esporte e Turismo de Cajazeiras, Antonio Rolim, prestou entrevista à nossa reportagem afirmando que a programação do carnaval atenderá às expectativas do folião, pois serão apresentadas seis atrações do estado da Bahia, além de atrações locais e da região.
“É mais um compromisso cumprido pelo prefeito Léo Abreu em manter e dimensionar o evento que atrai milhares de turistas para a terra do Padre Rolim, se destacando principalmente pela sua tranqüilidade e segurança”, salientou o auxiliar do prefeito.
Novidades
Antonio também destacou algumas novidades para o Carnaval 2010 de Cajazeiras, pois a festa momesca será estendida à alguns balneários da cidade, a exemplo do Riacho do Meio, Serra da Arara, e ao distrito de Engenheiro Ávidos, que terão animação por um dia de um trio elétrico e uma banda, fazendo a festa dos moradores destes balneários.
Carnaval nas escolas
“Outra novidade é a apresentação da orquestra Santa Cecília que animará o carnaval nas escolas públicas de nossa cidade, dentro das atividades do ano letivo, e esta já é uma maneira de os alunos se entrosarem nesse ritmo, mas as aulas não irão parar, pois cada escola ficará com um dia para prestigiar a apresentação da banda”, acrescentou.
Montagem de estrutura
Segundo o secretário, a decisão da empresa que será contratada para a montagem da estrutura de palco, camarotes, e barracas, foi definida na última terça-feira, 19, e quanto aos patrocinadores, e exclusividade da marca de cerveja que será comercializada no corredor da folia, bem como as inscrições de barraqueiros, serão definidas nesta quarta-feira, 20.
Mudança de local
Antonio Rolim também esclareceu que na opinião do prefeito Léo Abreu, a Avenida Juvêncio Carneiro se tornou pequena pela dimensão que a festa tomou, e que a sua intenção é de mudar o local do carnaval, mas que para isso é necessário que aconteça uma mudança antecipada no futuro lugar.
“Quando terminarmos o evento, já temos que estar preparando a mudança de local, e a Avenida Juvêncio Carneiro já está ficando pequena para dar suporte a uma festa grandiosa, que é o nosso carnaval, pois recebemos pessoas de toda a Paraíba, e o pensamento de Léo é de realizar o carnaval na Avenida próximo à AABB, mas é necessário que se prepare uma mudança na estrutura daquela avenida, mas em razão da dificuldade financeira que os municípios estão passando nos últimos meses, não foi possível realizar esse projeto este ano, mas acredito que o carnaval 2011 com certeza já terá um novo local a fim de acomodar melhor tanto a nossa população, como aos turistas”, finaliza.
RAQUEL ALEXANDRE
DA redaçaõ do Diário do Sertão
PREFEITO DE SERRA DA RAÍZ NEGA ADESÃO A PROJETO DE MARANHÃO
O prefeito de Serra da Raiz no Brejo paraibano, Luiz Machado negou adesão e disparou: "se quiser fazer pelo povo que faça".
O prefeito de Serra da Raiz, Luiz Machado (DEM), negou que tenha aderido ao projeto do governador, José Maranhão (PMDB), pretenso candidato à reeleição. A suposta adesão foi noticiada pela assessoria do gestor estadual, após um encontro entre o democrata e o peemedebista, ocorrido no último dia 19 em João Pessoa.
Durante entrevista a um programa de rádio, o gestor estadual informou que o encontro com Maranhão foi para tratar de assuntos administrativos, embora se tenham sido abordados temas políticos. Ele disse que durante a audiência foram abordados assuntos de interesse da população.
Questionado se o governador teria condicionado a resolução dos problemas ao ato de adesão, ele disse que isso não foi dito, mas que vai esperar os atos do gestor. “Nós vamos aguardar. Se quiser fazer pelo município que faça, depois o povo julga”, destacou. Ele ainda lembrou que ao assumir o governo, Maranhão retirou a ambulância do município. “A ambulância ainda não retornou e teremos que fazer um sacrifício enorme para tirar dinheiro, que seria para fazer outras coisas, para comprar uma nova”, disse.
O gestor municipal comentou ainda que não poderia aderir a um projeto político sem consultar os vereadores do município e a população. Ele disse também que a cidade foi muito beneficiada pelo ex-governador e que existe uma inclinação dos moradores locais em votar no pretenso candidato Ricardo Coutinho (PSB). “A nossa população quer mudanças. Quer alguém que trabalhe pela Paraíba inteira”, comentou, acrescentando que em respeito a população vai acompanhar o projeto de Ricardo.
Da redação com PolíticaPB
O prefeito de Serra da Raiz, Luiz Machado (DEM), negou que tenha aderido ao projeto do governador, José Maranhão (PMDB), pretenso candidato à reeleição. A suposta adesão foi noticiada pela assessoria do gestor estadual, após um encontro entre o democrata e o peemedebista, ocorrido no último dia 19 em João Pessoa.
Durante entrevista a um programa de rádio, o gestor estadual informou que o encontro com Maranhão foi para tratar de assuntos administrativos, embora se tenham sido abordados temas políticos. Ele disse que durante a audiência foram abordados assuntos de interesse da população.
Questionado se o governador teria condicionado a resolução dos problemas ao ato de adesão, ele disse que isso não foi dito, mas que vai esperar os atos do gestor. “Nós vamos aguardar. Se quiser fazer pelo município que faça, depois o povo julga”, destacou. Ele ainda lembrou que ao assumir o governo, Maranhão retirou a ambulância do município. “A ambulância ainda não retornou e teremos que fazer um sacrifício enorme para tirar dinheiro, que seria para fazer outras coisas, para comprar uma nova”, disse.
O gestor municipal comentou ainda que não poderia aderir a um projeto político sem consultar os vereadores do município e a população. Ele disse também que a cidade foi muito beneficiada pelo ex-governador e que existe uma inclinação dos moradores locais em votar no pretenso candidato Ricardo Coutinho (PSB). “A nossa população quer mudanças. Quer alguém que trabalhe pela Paraíba inteira”, comentou, acrescentando que em respeito a população vai acompanhar o projeto de Ricardo.
Da redação com PolíticaPB
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
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